Morro de ciúmes, mas sei que ele não trai.
- 14 de ago. de 2017
- 2 min de leitura
Morro de ciúmes!
Eu sei que ele não trai. Mas fantasio e sinto que ele trai!

Você se identifica?
Pois então!
Essa é uma questão muuuuito comum entre pessoas com baixa autoestima!
Isso simplesmente acontece porque a gente projeta no ser amado aquilo que sentimos em relação a nós mesmos.
Que louco isso, né?
Se somos frustrados por não sermos como gostaríamos de ser, transferimos toda essa raiva e desprezo por nós mesmos no outro.
Bom, já sabemos que nossa mente projeta o desamor por nós mesmos na pessoa amada, certo?
Então, frequentemente, achamos que o outro não gosta da gente, que não bastamos e que ele nos trai.
Mas, é importante termos consciência de que quem está nos traindo de verdade, somos nós mesmos!
Porque?
Porque não nos conhecemos, não nos compreendemos e não confiamos na nossa capacidade de “fazer-se amar”.
Se você não desenvolveu sua autoestima você será, quase que completamente, dependente da companhia, afeto e opinião do outro
– porque a sua própria companhia não te interessa.
Você só acredita no amor do outro se você tem capacidade de se amar.
Caso contrário, você precisará receber provas do amor do outro, constantemente, para compensar a falta de amor por si mesmo.
A única maneira de interromper este ciclo vicioso de insegurança, desconfiança e ciúmes doentio é desenvolvendo a nossa autoestima. Que nada mais é, que a capacidade que uma pessoa tem de gostar de si mesma, de aceitar o fato de que o que te torna especial é, justamente, o que você tem de diferente dos outros!
Para isso, o primeiro passo é a gente se conhecer!
É exercitarmos a capacidade de sermos nós mesmos, sermos autênticos e espontâneos.
À medida que uma pessoa se torna mais ela mesma, ela passa a gostar mais de si. Passando a ser mais segura e confiante.
Então, agora sim, será possível confiar no amor que o outro sente por mim!
Agora que me amo, acredito que o outro possa me amar também!
Sempre que se pegar fantasiando situações de traição e desamor do outro, pare e pense se isso é realmente necessário.
Se o outro não te dá motivos para tais pensamentos, porque se martirizar? Porque deixar-se sofrer antecipadamente?
Agindo dessa forma, nos tornamos as vítimas de nossas próprias vidas.
Lembrando que esses pensamentos são mentiras que contamos a nós mesmos tantas e tantas vezes que, os mesmos, se tornam verdades - nossas verdades!
Entenda que o outro não tem culpa!
Agora, sabendo que esses pensamentos viciosos se tratam de um mal criado por nós mesmos, porque continuar alimentando-os?
Lição de casa:
Sempre que se pegar fantasiando esse tipo de situação, confronte esses mesmos pensamentos com pensamentos bons e positivos!
Vicie sua mente a pensar de forma que te traga alegria e não frustração.
Vou cobrar em!
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